O que é a infografia? Informação + Gráfica
Informador tem a estrutura e o Receptor a compreenção, memorização. A mensagem passada do informador para o receptor.
Como:
1- Encontrar informação através da pesquisa
2- Avaliá-la e analisá-la com um planeamento
3- Comunicá-la atravez do desenho de elementos
4 Conseguir adequá-la ao tema, integração dos contrúdos e sua publicação
Decisões a tomar:
- História Linear, com início e fim, pode parar, assinalar, repetir e mudar a forma de ver
- Não Linear, módulos de navegão livre e apresentação de vários níveis de planeamento
-Interacção:
- Instrução Simples
- Manipulação - mudar características físicas dos objectos
- Exploração - Liberdade total
Graus:
1- Mínimo - avançar e recuar horizontal
2- Base - Rollover e um nível vertical
3- Médio - mista de tendências horizontal, mas com nível de profundidade
4- Avançada - tendência vertical com 2/3 de profundidade, objectivos manipuláveis navegação livre.
Fase de Planeamento
1- Compilar os elementos informativos disponíveis
Importante: A infografia jornalística é jornalismo; utiliza uma linguagem jornalística, a imagem é absolutamente necessária para compor a notícia.
* Imagem + texto
Estrutura
+ Título - expressa o conteúdo, mais o lead, mais a imagem inicial e immagens compostas
+ Texto - explicativo, mas não redundante mais legendas
+ Corpo - cuidadosamente composto, sem excesso de elementos visuais ou textuais
+ Fonte - oficial, com pesquisa cuidada
- Infografia
- Narrativa: explica algo, narra algo
- Instrutiva: explicam algo, ex: Ovo Kinder
- Exploratória: oportunidade de explorar
- Simulatórias: experiência do mundo real
Exemplos de Infografias:








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A Infografia realizada no âmbito da Disciplina Design de Comunicação Visual teve como base o Antigo Egipto, nomeadamente o Processo de mumificação. Para completar o presente trabalho foi acrescentado um pouco de história sobre o Processo.
Infografia

Mumificação
A mumificação é a preservação do corpo para o pós-morte. Os antigos egípcios acreditavam na via após a morte e na ideia da necessidade dos mesmos bens materiais após a morte. O processo para a mumificação durava 70 dias.
Método: Primeiro os sacerdotes purificavam o corpo do morto, ao qual referiam como Osíris, com água do Nilo, enquanto um dos sacerdotes usava a máscara de Anúbis e citava o processo de mumificação do "Livro dos Mortos" (que na verdade significa saída para a luz, renascimento). Em seguida Osíris era coberto de natrão (cristais de sal) e secava durante 40 dias.
Após este período iniciavam o processo de extracção dos orgãos internos, extraíam o cérebro com um gancho que enfiavam pelo nariz, torciam algumas vezes, retiravam o gancho com o cérebro e deitavam-no no lixo pois acreditavam que não servia para nada. Logo, faziam um corte na virilha esquerda e o embalsamador enfiava a mão e retirava todos os orgãos colocando-os em quatro "vasos canópicos". Muito raramente tiravam o coração pois este seria posteriormente pesado por Anúbis contra o peso de uma pluma para passar para obter a imortalidade, a vida eterna após a morte. Depois enchiam as cavidades com linho e substâncias aromáticas ou pedras pintadas de branco. A incisão era fechada com uma placa de ouro para a não-evasão por espíritos.
Começavam a enfeixar o corpo pelos dedos das mãos ou dos pés, com 2 faixas representando as duas irmãs, Ísis e Néftis a abraçar Osíris. À medida que iam colocando as faixas, colocavam amuletos entre as ligaduras, principalmente escaravelhos. Só após o fim deste processo é que são chamadas múmias. A múmia era colocada num sarcófago de pedra e colocavão uma máscara com as suas feições para impedir que se perdesse a sua identidade. Após a procissão até ao túmulo abriam a boca à múmia para iniciar o percurso pelo mundo além túmulo. Colocavam papiros com inscrições do "Livro dos Mortos" junto ao corpo e na cabeça. No túmulo colocavam tudo o que a múmia usava na vida terrena para poder usar na vida espiritual, até mesmo comida. Por vezes os criados eram enterrados com os amos/donos, ingeriam veneno voluntáriamente.
Os sacerdotes faziam inscrições religiosas e mágicas de auxílio na sua longa viagem, foi através da Mumificação que deu origem à alquimia.
Este trabalho foi provavelmente o mais bem elaborado até agora, devido ao facto das técnicas de utilização do Photoshop e Freehand já estarem interiorizadas. Sendo assim o tema escolhido para a infografia foi o Processo de mumificação, no Egipto. Primeiro foi feita uma pesquisa na internet e na biblioteca de Letras no sentido de encontrar a maneira mais correcta. Com a pesquisa concluída iniciamos a busca por imagens que façam alusão ao tema escolhido. Com as imagens já escolhidas e definidas foi colocado a imagem de um papiro de fundo e foi criado uma espécie de tiras horizontais nas bordas do papiro. As imagens foram cortadas e colocadas sobre o trabalho assim como o texto, em que a fonte da letra era Papiro. Os programas utilizados neste trabalho foram o Photoshop e o Freehand. Esta infografia com intuito jornalístico possui título, lead, texto principal e curiosidade de modo a ser o mais completo possível. A informação foi o mais complicado de encontrar devido às diferentes versões que o mesmo processo possuí. As imagens não foram tratadas pelo seguinte motivo, o objectivo era manter o processo o mais fiel possível ao que acontecia no passado, daí as imagens não terem sido alteradas, só mesmo o tamanho das imagens, mas a cor não. É essencial ter em conta a afinidade que as pessoas possuem por determinados assuntos, e este assunto em particular, se fosse mudado, os visualizadores deixariam de ter a tal afinidade que possuíam. Foi talvez o trabalho elaborado e mesmo assim simples conseguido nesta disciplina.
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